“Elementais” in English!

04/10/2009 às 12:02 PM | Publicado em Informativo | 12 Comentários
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Sydney-Seiji - Elementais “Visitem nossa história!”

Eu estava pensando em nem falar nada, porque achei que isso pudesse ser irrelevante para o público brasileiro que fala essencialmente… ah, bem, português, da última vez que verifiquei (hehe). Mas, de todo modo, caso alguém ache interessante, eu estou postando Elementais em inglês no site Fiction Press. Em vez de postar capítulo por capítulo (pois são muito grandes), estou postando bateria por bateria (quem leu em português sabe que são os “mini-capítulos” dentro de um capítulo). Não sou nenhum mestre do inglês para traduzir tudo certinho, mas acho que é bom o bastante para um estadunidense, inglês ou australiano ao menos entender.

De qualquer forma, CLIQUEM AQUI para acessar a história.

12 Comentários »

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  1. Abrangendo mais Elementais, hehe. Só tenho 3 meses de CCAA então vou ficar com o portugues mesmo, que aliás, comecei a ler finalmente aquela sua versão modificada. Vou dar os coments aqui mesmo, pois numa Lan ( sem net a meses) fica mais fácil.

    Eh, tu mudou mesmo o início. Só li até a bateria depois do encontro na praia e percebi o corte de algumas cenas, que acabou deixando a história de estilo mais realista, abandonando um pouco o estilo manganesco. Mas gostei, pois a descrição melhorou um pouco em certos pontos, e algumas cenas melhoraram o desenvolvimento dela, como aquela parte em que os japoneses e o nome da Riko são mencionados antes deles sairem do apartamento. Antes tudo acontecia meio afobado.

    Lá se vão as cena engraçadas. A começar pela primeira cena dos gêmeos levantando. A prima deles parece que está menos agressiva e aborrecente do que antes. Ela era meio estérica no inicio. Mas ainda não deixou de ser ela, já que o que a incomoda é a distância dela com os primos.
    Teve uma cena também em que o Jaime zoa o Gabriel ou o Felipe com uma palavra que um deles não sabia o significado. Não sei se era quando o pequeno atendia o telefonema para ir na casa dos gêmeos.

    Belo prólogo também que fica cada vez melhor.

    Mas eu fico me perguntando o quanto mais será mudado nessa história, de qualquer forma, vou sempre estar acompanhando. Espere mais coments.😉

  2. Haha, sabe, no início eu tava tipo “nãããããooo!!” ao perceber que tinha que tirar muitas cenas de humor, mas eu acho que ficou mais arrumado e fácil de acompanhar agora.

    Ultimamente eu tenho trabalhado em outros projetos meus e percebi que, em livro, é mais fácil o humor vir da narrativa do que da própria história. E é ainda mais fácil fazer isso se for em primeira pessoa, caso o narrador seja um personagem engraçado.

    Eu fico preocupado porque “Elementais” é mesmo uma história muito afobada (mesmo com as mudanças) e que talvez tenha algumas pontas soltas. Isso fica mais e mais claro cada vez que escrevo um pouco de alguma das minhas outras histórias. Não estou puxando o saco do Zé, mas eu realmente acho isso agora.

    Como eu gosto muito da idéia base de “Elementais”, pensei em fazer o seguinte: escrever uma espécie de versão AU (universo alternativo), onde eu pego os termos e sistema usados nesse “Elementais” e crio um novo. Mais ou menos como o que é feito com, por exemplo, Mega Man, onde existem os jogos com o original, o “X”, o “Battle Network” etc. Mas é tudo Mega Man, sacou? Apenas com universos e formatos diferentes.

    Ah, ainda estou devendo a leitura de Mundo Sombrio. Aguarde!

  3. Oe, há quanto tempo xP

    Faz um tempo que parei de ler seu livro mas vou voltar de onde parei hoje, quanto a modificação, pelo menos até agora eu gostei mais da versão que ocorre mais no 1º cap. E vou continuar com a versão em português mesmo, assim como o Dreamhope ;B

    Eu também estou criando uma história, e agora no segundo ou terceiro parágrafo, depois de umas horas lendo seu livro, percebi que ficou meio parecido quanto ao “Guardião” do Elementais ahuaehuaheuhaeeuhe ‘

    O que importa é que ainda tenho muito tempo para modificar as coisas já que ainda estou escrevendo como os personagens desperataram seus poderes🙂

    Abraços😀

  4. Obrigado por ler! Receber um feedback é sempre bom! Hehe.

    Ultimamente eu tenho influenciado várias pessoas a começarem a escrever suas próprias histórias, hehe. Não dizendo para elas fazerem isso, mas é que elas ficam sabendo que eu já tô há um tempo nisso e decidem tentar a sorte também, hehe.

    Depois eu vou querer ler a sua, hein!

    Té mais!

  5. Beem, daqui a uns meses eu vou comprar uns 3 livros ensinando sobre como aprender a desenhar mangás. É que não sei bem como escrever um livro, vou tentar fazer do modo que eu mais gosto que é desenhar e se não der muito bem, aí sim eu tento escrever.

    Mas até o começo da história estar pronto vai demorar ainda alguns meses também, afinal eu tenho só 14 aanos, criar uma história com essa idade é beem complicada e deve ser beem pensada😛

  6. Com 14 pode ser cedo, mas já é um começo, pois quanto mais o tempo passa mais a história vai amadurecendo junto com sua mente. Comigo e com o Rafael aconteceu a mesma coisa. Mas pode contar comigo, se quiser que eu dê uma lida.

    Voltando ao Elementais. Li o terceiro capítulo. Eu tinha feito algumas colocações, mas não lembro mais quais eram. Acho que a maior mudança foi em relação a sacerdotisa no templo. Não havia ela na versão passada, e fico me perguntando se ela terá alguma importância nos capítulos seguintes, não apenas neste volume, mas nos outros – se ainda seguir a mesma sequência de caps até o 20, que foi onde parei de ler, eu acho. Mas acho que ela só vai retornar quando todos os elementais estiverem lá, como a mesma falou.

    Aquela luta com as raposas foi melhor passada nessa versão. Bom, acho que era isso. Em breve lerei o capítulo 4. Vou trazer o comentário de casa mesmo.
    Não esqueça do MS(Mundo Sombrio, como gosto de chamar), hein.😉

  7. Valeu Luiz, qualquer dia eu tento tomar coragem pra ler sua história. Sou do tipo de pessoa que é uma luta pra começar a ler uma coisa nova, mas o “pior” é que quando começo a ler, geralmente acabo gostando muito da história.
    Bem, como eu já disse, vou tentar começar no desenho que eu acho que não tem forma melhor pra descrever um cenário e um personagem. Claro que eu não sou um profissional mas gosto muito de desenhar, e vou tentar fazer 1 capítulo desenhando.
    Ah, e quando vai estar pronto o começo é como eu já falei, ainda estou escrevendo como os vilões despertaram os poderes. Mas quando estiver pronto eu aviso.

    Valeu!😀

  8. Não seria melhor colocar o único shopping do bairro. Nem mesmo o meu bairro tem shopping, e tu bota um com no mínimo 2? Não tá um bairro riquinho demais, não? Hm, falando em nível econômico social, em alguma parte de Elementais vai ter favela? É que você tá colocando uma imagem oposta do que todo mundo faz com o Brasil. Qualquer cena de filme, seriado no País Tropical, tem que ter favela, ou alguma violência, coisa que não vi na sua história, que parece ignorar totalmente tais problemas. Tá certo que não tem nada haver, mas não acho que ao longo de toda essa história, seja coerente deixar um assunto tão presente no Rio como esses. Que tal um Elemental vivendo no meio da favela pra causar algum impacto de drama social à trama. Imagine o contraste que tal personagem teria ao conhecer o “pessoal do prédio”. Acho que não seria ruim explorar isso. Mas é só uma opinião.

    Hehe, realmente não existe salão de jogos sem The King. Pena que não sei jogar no flipper. Não sou de jogar games de luta, ainda mais em flipper. De vez em quando, eu e meus colegas jogávamos, e eles me deixavam pegar um boneco. Eles se garantiam com um deles, então…. Ar, bons tempos onde moedas de 25 valiam muito.

    No quarto capítulo acabei notando uns errinhos, mas é só revisar.

    Oh! Aquela técnica da Riko foi muito boa. Acabou me lembrando o “ghost rider” não sei por que. Acho que pelas chamas e pelo poema condenando para que se redimam de seus crimes. Mas bom ver que agora, começaram a aparecer técnicas únicas e diferenciais do que aqueles habituais de chutes flamejantes, e esferas de energia. Deu um pouco mais de originalidade.

    As cenas de luta do estacionamento ficaram muito boas nessa versão. Nem se compara com aquela apressada de antes. E é a partir dos momentos finais deste capítulo que a história começa a revelar alguns pontos que incita que o leitor fique curioso a respeito dela.

    Agora ando notando que o nome das baterias vem se repetindo sendo acrescida de um número. Também, com tantas delas, é natural que alguns trechos denotem um mesmo tema.

    Ok, agora vou pro capítulo 5. Hm, qual era mesmo os capítulos que tu falou que foram bem modificadas mesmo. Se não me engano, eram os dois últimos, não era? Então.. to chegando.

  9. Acabei de ler o penúltimo capítulo. E tenho que falar que melhorou mesmo. As descrições ficaram mais limpas, e passam a história com mais clareza. Está mesmo explorando os vários pontos que o cenário apresenta sem sobrecarregar a todo instante nossa memória, que já fica complicada devido ao número de personagens. Mas pelo o que vejo, o pessoal da escola não vai entrar no final deste livro, como acontecia na versão antiga, eu acho.
    Um ponto que quero ressaltar é essa trama do Acúmulo. Serviu para dar um excelente clímax no capítulo final. Aliás, eu nem mesmo li, mas tô sentindo que vai ser foda. Gostei bastante dos trechos mais psicológicos dos personagens, especialmente do Gabriel e do Felipe. Acho que essa caracterização do que os personagens estão pensando sobre o que ocorre envolta deles foi a adição mais importante nessa nova versão.
    O melhor parágrafo do capítulo foi aquele no finalzinho onde os gêmeos pensaram ter visto o Marcos e o Julius. Comparando a versão antiga, eles vão mesmo fazer uma aparição precoce? Acho que cairia perfeito, um reencontro deles no final do livro. Mas vou ver o que acontece. Só posso dizer que ao fim deste capítulo, o leitor é completamente instigado a saber o final deste volume.
    Hehe, falta só mais um. No próximo, vou se faço um daqueles X-reviews.

  10. Nossa! Nem tinha percebido que você tinha feito esse comentário no final de outubro! Bem, então esse comentário é para responder ao primeiro comentário seu, vamos lá:

    Eu disse no quarto capítulo: “o maior shopping do bairro”. Não quer dizer que haja 5 ou 6, pode haver só 2 ou 3. Eu sei que “só” pode parecer meio pedante para quem mora em bairros onde nem shopping tem, mas é que, onde eu moro, tem mais de 5. A Orla das Gaivotas é meio que baseada no meu bairro, só que em escala menor, então eu diria que há não mais do que 3 shoppings lá.

    Favela, Elementais mais humildes etc. já estão no meu planejamento. Mas não no primeiro volume. Mas sabe, eu acho válido “ir contra” o que todo o mundo mostra sobre o Brasil. Não é que eu esteja ignorando os problemas do Rio e tal, mas é que, de que adianta ficar mostrando só o mesmo? O Brasil e o mundo todo sabem desses problemas, então que tal mostrar partes do Brasil e do Rio com os quais os estrangeiros que um dia espero que leiam o livro também possam se identificar? Um típico adolescente americano, por exemplo, iria gostar de ler um livro brasileiro que ficasse centrado em favela, pobreza e violência, mesmo que tivesse poderes sobrenaturais? E um japonês? Ou um francês? Acho que é difícil para esses povos mais ricos se identificarem se eu não centrar mais na parte rica do Brasil, também. Minha proposta com Elementais é justamente quebrar esse estereótipo de mostrar aquele Brasil pobre que todo o mundo conhece e mostrar uma visão mais globalizada, com personagens mais globais, que “falem a língua” de jovens do mundo todo. Mas aproveitando, claro, pra colocar um pouquinho do Brasil no meio, porque meus personagens brasileiros TÊM uma nacionalidade, afinal de contas, né.

    Serei um eterno revisor deste bendito livro! Hehehe.

    Ah, que bom que gostou. A técnica (ou “Arte”) “Lobo Faminto do Inferno” tem até um nomezinho japonês na minha cabeça: “Gouka Garou”. Eu fico imaginando a Riko pronunciando isso e soa tão bem!

    Isso dos nomes se repetirem e eu botar “2”, “3” e até “4” é meio que uma cópia de nomear capítulos do Tite Kubo, autor de Bleach. Ele tem a mania de dar “continuações” a capítulos caso eles tenham o mesmo tema. Exemplo: o capítulo 39 de Bleach chama-se “Right Arm Of The Giant” e é sobre o poder do, digamos, “braço espiritual” do personagem Chad. E aí, o capítulo 260 é nomeado “Right Arm Of The Giant 2”, porque é sobre o mesmo assunto, o braço do Chad, que ganha uns poderes a mais e tal. Então, não é falta de imaginação minha não, hehe. É só um estilo de nomeação, mesmo.

  11. Agora respondendo ao comentário mais recente:

    Ah, até que enfim eu estou aprendendo a descrever um pouco melhor! Hahaha. Se está transparente e não está confuso, fico satisfeito! E não, o pessoal da escola vazou do primeiro volume, hehe. Muita gente. E vai haver ainda uma redução de pessoal no dia que eu resolver mexer no segundo volume. Quero deixar o ritmo da história um pouco mais lento. Acho que os leitores iriam agradecer muito. Ah! O Acúmulo deu certo, é? Puxa, que legal! Espero que goste do capítulo final, acho que a batalha fecha o volume de forma bem shonenjumpica. Realmente, tentei trabalhar melhor a caracterização dos persoagens nessa versão e gostei dos resultados.

    Haha, essa deles verem o Marcos e o Julius foi bem legal de escrever. Fico imaginando tudo em câmera lenta. Coitados do Biel e do Lipe, eles parecem estar sempre meio perdidos em relação ao resto dos personagens, né não? Mas nessa cena os dois presenciaram algo que ninguém mais presenciou. Sem falar no sonho deles, o que faz com que os dois saibam de coisas que ninguém mais sabe também, apesar deles mesmos não compreendê-las direito.

  12. Ufa! Finalmente terminei. Apesar de estar comentando isso agora, então não dá pra lembrar do capítulo inteiro. O engraçado é que disse que ia deixar pra ler depois, mas resolvi acabar com o livro logo no dia seguinte. Aquele de longe foi o melhor capítulo. Bem no estilo Shonen Jump como você mencionou. As cenas de luta estavam bem melhores. Mas eu pensei que geral ia cair pra dentro, e quando estivesse todo mundo ferrado o Gabriel e o Felipe iam salva-los na hora H, como aconteceu em outras ocasiões. Mas teve gente que nem lutou.
    Agora não me recordo, to sem o livro aqui pra olhar, mas acho que foram o Sérgio, o Léo, e Guilherme lutando, não foi? Gostei da parada do Slow motion e dos outros ataques como o Ki, e a transformação de metal. Bem bolado usar as chaves de casa, mas quero ver o dia em que ele perder ela na luta. É bom ver que os elementais citados não são apenas de elementos naturais.
    O surgimento dos personagens do “mal” no final do capítulo também criou um momento clímax perfeito. Bem mais que o do Leão. Mas já previa que não ia surgir luta alguma dali, apenas diálogos que instigariam cada vez mais a relação dos personagens na história. E o Julius e Marcos acho que só devem aparecer no final do volume seguinte.
    Uma coisa que me veio a cabeça agora, e esqueci de perguntar, sobre um relacionamento da história: Que fim teve aquela relação do pai e da mãe dos gêmeos? Parou naquela cena do shopping e não teve nenhuma conclusão a respeito. Se não me engano, você se focou tanto no despertar dos gêmeos que se esqueceu deles. Só se teve algum trecho falando deles depois que eu não me lembro.
    Tanto o cap final quanto o epílogo terminaram bem. Ao meu ver, nenhum ponto falho no final dessa primeira parte da história. Agora, eu não sei se posso dizer o mesmo quanto aqueles caps lá no começo. Não sei se a forma de desenvolvimento estão muito falhas, ou se já estou enjoado de tanto ler aqueles primeiros capítulos. Mas acho que é só o lance de se acostumar.
    Uma coisa que acho que não saiu legal foi deixar muitas questões soltas no ar. Tipo, tantos mistérios acerca de determinados assuntos e o leitor terá de esperar não sei quanto tempo para que o próximo volume responda? Por exemplo, aquela parte do Setsuo ficou sem resposta, O pai dos Schoeder (escrevi certo?) só apareceu e nada mais fez a não ser enaltecer a lembrança de sua família por meio daquela foto, e por aí digo que teve uma boa importância. A Miaki e o resto daquela turma apenas protegeram o Imamura, e continuaram num barco sem respostas. Todos eles só fizeram uma pequena abertura de sua importância na história. A única parte que teve uma introdução, desenvolvimento e fim foi a trama do Gabriel e do Felipe com os outros adolescentes. Claro, que devo imaginar, que a trama principal a explorar neste volume era deles, e seu intuito era deixar as outras apenas preparadas para o próximo volume.
    Mas eu me pergunto, tem certeza que havia necessidade de acabar a história bem aí? O livro não chega a ser grande, é pequeno se for colocar numa folha impressa. Mas dependendo do curso que a história tomar, poderia terminar um pouco mais à frente, tipo compreendendo uns 3 volumes. Porém, conhecendo o seu jeito de narrativo pelos próximos capítulos, como já li na versão antiga, sei que é pouco provável e os resultados seriam os mesmos de ter um livro pequeno. Por isso, acho que você até acertou nessa de fragmentar o livro criando pontes de enredo para os próximos volumes.
    O que quero dizer é que não espere muita coisa por um único volume, visto que quase nada da história foi mostrado. Elementais tem um estilo próprio com as histórias bem amarradas uma na outra pelo o que pude ver, e exigir um vício de algum leitor apenas pelo primeiro volume seria pedir demais. Talvez, exceto eu e meia dúzia. Hehe
    Mas imagine Elementais agora tendo 3 volumes. A história já estaria bem avançada com seus diversos núcleos bem elaborados. Ainda haveria muitas questões, mas muitos personagens e explicações já viriam. É que nem Harry Potter, o começo é uma merda, mas depois, os livros começam a amadurecer e a expor bem mais do que o que foi mostrado no começo. Elementais é capaz de viciar muito mais, pois como já disse, tudo já está interligado desde o começo.
    Se você usar o mesmo esquema do primeiro volume com algumas tramas ainda a serem exploradas e outras com uma introdução e o desfecho( imagino que o próximo volume se concentre no aparecimento do Julius e do Marcos) pode-se conseguir bons frutos com isso.
    É só ter paciência e não ficar muito ansioso. Continue escrevendo e divulgando que algumas pessoas vão começar a se interessar, independente do livro ser publicado por uma editora ou não. No caso de Elementais, divulgação on-line cairia muito bem pelo estilo da história.
    Por exemplo, aconselho você a voltar lá no Nyah, e divulgar Elementais ( com os capítulos divididos em partes ). Eu até poderia apresentar a história pra algumas outras pessoas. Propaganda é essencial para um livro. Tente até mesmo fazer um trailer do livro, se tiver disposto. Ultimamente esse recurso audiovisual vem chamando muito atenção dos leitores.
    Você mencionou que iria mudar o ambiente de Elementais. Hm… não sei se valeria muito a pena, pois aí teria de criar tudo de novo. Talvez devesse insistir mais um pouco com o mundo atual, mas aí é você que sabe. Se achar que fica melhor tente. Por mim, lerei do mesmo jeito. Hehe
    Outra coisa, alguma novidade quanto a publicação? Não houve contato de nenhuma editora? Talvez seja melhor juntar um “money” e partir pra uma produção independente, sei lá. Ou ficar com Elementais vagando de graça pela internet. Sei lá, é um futuro incerto, mas independente de como ele for, a história não pode parar. Eu não me importaria em deixar o Mundo Sombrio Volume 00 on-line pelo tempo que for preciso. O mais importante de conquistar com uma história são leitores, independente se for do modo mais habitual como um livro impresso por uma editora, ou por divulgação na internet.
    Então é isso, desejo boa sorte para que consiga sucesso com essa excelente história.
    P.S: O que houve com os novos posts? Ele ta meio parado. Pensei que ia ter algo a respeito de Bleach e sua nova abertura, mas não teve muita coisa. Aliás, por que você não mete um reviews de todas as temporadas do anime. Já que você é fanático por Bleach não seria muito difícil fazer um review um pouco detalhado das temporadas. Hehe, pense em como “Bleach review” soaria no Google.


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