“Mundos Fantásticos”: “Caçadores de Poder”

02/10/2012 às 4:20 AM | Publicado em Informativo, Livros | Deixe um comentário
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Pois é, gente! Sabem a tal antologia da qual eu falei no post anterior? Saiu mais rápido do que eu mesmo esperava.

Mundos Fantásticos, da Editora Oráculo pelo Selo Infinitum, terá contos de vários autores com um tema em comum: a visita de pessoas comuns do nosso mundo contemporâneo a um mundo de fantasia. O primeiro conto, de minha autoria, se chama “Caçadores de Poder” e narra a história de… ei, temos um release!

“Mundos Fantásticos” — “Caçadores de Poder”

Já chega? Claro que não! Tem mais histórias a caminho!

Histórias fantásticas.

Projeto: antologia de light novels

28/09/2012 às 12:04 PM | Publicado em Informativo, Livros, Papo com o Leitor | Deixe um comentário
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Olá, pessoal!

Voltamos depois de… de… muito tempo para anunciar uma coisa legal! Não vou me estender, não vou de fato criar um post completo a respeito do que quero dizer, pois três colegas escritores já fizeram isso, e é justamente para os posts deles que gostaria de redirecioná-los. Antes, porém, uma rápida explicação:

Há um projeto em andamento de uma antologia de light novels da qual eu — acho que não preciso fazer mistério — farei parte, e o objetivo de todos os envolvidos é, obviamente, como dizem os estadunidenses, “espalhar o amor” (hehe) por esse tipo de livro. Conhecer as light novels, eu diria que hoje muitos otakus brasileiros já conhecem, mas falta um incentivo para que elas atinjam um nível de apreciação pelo menos próximo ao dos mangás.

Bem, acessem o blog do Joe de Lima e leiam a historinha superlegal que ele criou apresentando as light novels, mencionando o projeto e, sem que eu pedisse, divulgando meu próprio livro Elementais: O Receptáculo do Caos. Acessem também o do Luiz Dreamhope e o da Yumi Moony, igualmente informativos.

Falando rapidamente do meu livro, percebo como é importante que esse tipo de obra tenha mais atenção do público que curte a cultura pop japonesa. Para um romance que é digital e ao mesmo tempo light novel, eu diria até que ele foi mais comentado em alguns blogs do que eu imaginava e teve notas positivas no Skoob; mas ainda assim, quem gosta de mangás e animes muitas vezes não costuma ler livros, e quem gosta de ler livros não necessariamente é um otaku. Devido à própria natureza de uma obra do gênero, seu público acaba sendo restrito. Por isso a vontade do pessoal que quer escrever light novels de divulgá-las.

Pode ser que leve um tempo para mais otakus brasileiros pegarem o gosto pela literatura, mais pessoas estão lendo no país, mas até lá, quanto mais gente que já curta animes, mangás e livros ficar sabendo dessas novas ideias, melhor.

Conto: “Acabou a brincadeira”

17/10/2011 às 5:05 PM | Publicado em Informativo, Livros | 1 Comentário
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Oi, gente!

Recentemente postei no site oficial da minha série de light novels, Elementais, um conto que funciona como uma introdução ao universo do primeiro livro. O conto, nominado “Acabou a brincadeira”, deve agradar especialmente os otakus e fãs da cultura pop japonesa em geral por se situar em um ambiente familiar a essas pessoas: um evento de anime.

Convido, portanto, todos a lê-lo, e espero sinceramente que ele lhes desperte o interesse em adquirir o primeiro volume da série!

Bem, é isso, espero que gostem!

“Elementais: O Receptáculo do Caos”

27/05/2011 às 12:00 PM | Publicado em Informativo, Livros, Notícias | 1 Comentário
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Olá, olá!

Há tempos não venho aqui, não é? Bem, vim hoje para dar um comunicado rápido e importante. Caso ainda não estejam sabendo, meu e-book Elementais: O Receptáculo do Caos já foi lançado (faz três semanas, mais ou menos). E se quiserem dar uma conferida, visitem os sites abaixo:

Site da editora, com uma sinopse e explicando umas coisinhas a mais.
Loja da editora, onde o livro pode ser adquirido.
Site oficial do livro, onde haverá postagens a seu respeito e outras coisas concernentes a ele.
O livro no Skoob.

E, já que estão aqui, sigam-me no Twitter e me adicionem no Skoob! XD

Propaganda Básica!

24/04/2009 às 1:52 AM | Publicado em Informativo | Deixe um comentário
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Venho aqui hoje para postar os links de algumas comunidades das quais sou dono no Orkut, inclusive a de Elementais, que agora não contém mais os capítulos antigos (dei uma varrida geral) para dar lugar a atualizações.

 

Bem, vamos lá:

 

Alive – The Final Evolution (dedicada ao mangá e futuro anime de mesmo nome): http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=56410130

 

Yoshinori Kitase (dedicada a esse diretor/produtor/roteirista de alguns jogos da série Final Fantasy): http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55233357

 

Light Novels (dedicada às light novels, romances de leitura rápida com ilustrações estilo mangá, de onde se originaram animes como Suzumiya Haruhi no Yuu’utsu, Shakugan no Shana e Full Metal Panic!): http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=62155749

 

Yuuai Tenshi Elementais (dedicada a essa história que escrevo): http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=48951817

Mazelas otakas ocidentais

25/03/2009 às 4:47 PM | Publicado em Papo com o Leitor | 1 Comentário
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Minha teoria estava correta! O grande problema de nós ocidentais no quesito comércio de produtos da cultura pop japonesa (ou qualquer coisa influenciada por ela) é a falta de interesse de ingressar nele.

 

Ok, comecei este post com uma afirmação que para muitos soa meio “hã?!”, mas era só para assustar um pouco e atiçar a curiosidade.

 

Explico.

 

Conforme li nestes dois posts do Shoujo Café e do JCast, pude confirmar o que já meio que sabia. Nós ocidentais queremos apenas usufruir de tudo que o Japão oferece sem visar objetivos mais altos. A questão é a seguinte…

 

Os cosplays, por exemplo, são uma forma de se encontrar com amigos e pessoas que dividam os mesmos gostos que você em um evento e simplesmente aproveitam o momento, mostrando-se e divertindo-se. Normal, todos querem se divertir o quanto puderem. No entanto, ninguém percebe o quanto isso pode prejudicar vários outros pontos dessa coisa toda.

 

Olhem à sua volta. Notem como se comportam os otakus brasileiros e até mesmo americanos e qual a posição deles em relação ao comércio de produtos pop japoneses. Bem… Talvez seja mais fácil eu dar alguns exemplos.

 

Como o Alexandre Lancaster sempre fala em seu blog, na Europa os eventos de anime são muito diferentes dos daqui. Segundo ele, lá eles dão importância ao que é importante, promovendo encontros com autores de mangás, apresentando novos conceitos de animação japonesa, parcerias com estrangeiros, etc. Mas aqui… já perceberam que fica tudo praticamente no cosplay? E como dizem as notícias desses posts, em certos eventos no Japão, cosplayers amadores são proibidos, pois os eventos deveriam ser lugares para mostrar aquilo que fará bem à indústria e não aquilo que não fará nenhuma diferença.

 

Já notaram que quando entram em sites como a Henshin aquele pop-up anunciando concursos de cosplay aparece de tal forma que parece até que é a coisa mais importante a ser mostrada ali? Cadê mais notícias sobre o que realmente interessa como a indústria de mangás no Brasil e a oportunidade a ser dada aos jovens daqui? Sei que, por eu estar escrevendo um livro nesse estilo isso pode parecer egoísmo de minha parte, mas, isso é algo de que o Brasil realmente necessita, pois tem muita gente no mesmo barco que eu.

 

Mas não é só isso. Cadê a propaganda de novos mangás e animes bacanas nos eventos, informações sobre como funciona o comércio entre Japão e o ocidente, mais produtos originais diversificados aqui que possamos comprar por um preço mais acessível? Eu quero ler várias light novels, mas não trazem isso pro Brasil! Se pelo menos importassem em japonês ou inglês, mas nem isso… Os eventos deveriam ser lugares para termos acesso a coisa exatamente desse tipo: praticamente inacessíveis.

 

Mas como o Lancaster diz, temos é bandas convidadas pra cantar, cosplayers de Naruto aos montes, campeonatinhos de PS2/PS3 de Naruto e… ah, sei lá, 95% é Naruto e ninguém queira contradizer isso! Ou seja, coisas que são divertidas, mas que não dão em nada, não avançamos em nada. E isso não é só com a gente não, como foi falado no JCast, os americanos são assim também, talvez um pouco menos, não sei.

 

Resumo da ópera, podemos citar MAIS UMA VEZ o senhor Zé Roberto Pereira, que diz que a postura do brasileiro é de passividade, de empregado. Se formos olhar os eventos e como é o comércio de anime e mangá por aqui, vemos que isso se aplica a eles também. O que seria a passividade? Nesse caso, sinônimo de “só quero me divertir agora e estou pouco me lixando pra fazer algo em prol de novidades e criar oportunidades”. Em outras palavras, somos reativos demais e pouco pró-ativos. O que vier tá bom, tenho o meu Naruto aqui, minha fantasia da Akatsuki, e tá tudo ótimo! Não quero saber de mais nada!

Livros e Adaptações

04/03/2009 às 8:33 PM | Publicado em Informativo, Livros | 2 Comentários
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A grande maioria dos romancistas ou autores de quadrinhos em geral adoram a idéia de terem seus livros e HQs transformados em filme ou animação. Claro que há as ovelhas negras, como o Alan Moore, mas não vamos entrar nesses detalhes…

 

Falando especificamente de adaptação para anime, sabemos que é o sonho de todos os autores de mangá e não só os japoneses, mas pelo mundo todo. O que muitas pessoas não sabem, é que diversos livros também são adaptados para animes. No Japão, existem as chamadas “light novels”, que são romances com ilustrações estilo mangá e, deles, saíram muitas animes famosos.

 

Se eu te perguntasse: De onde foi adaptado o anime da Suzumiya Haruhi no Yuu’utsu, ou Full Metal Panic!, ou Slayers, ou Shakugan no Shana? Você responderia que foi de seus respectivos mangás, mas, não, eles eram “light novels” originalmente, sim, livros, com pouquíssimas ilustrações. O fato de existir o mangá de cada um desses é simplesmente para haver mais um veículo de divulgação da franquia. Até porque os animes, mesmo quando o mangá baseado em um romance é lançado antes da animação, são baseados no romance original, e não no mangá adaptado. Os mangás, nesse caso, é que costumam distorcer a história, da mesma forma como fazem os animes mal adaptados de uma obra que era originalmente mangá.

 

Agora, para todos os romancistas lendo isso, vamos falar do que nos interessa. Você sabia que é totalmente possível termos nossos livros adaptados para mangá ou anime também? Sabe por quê? Porque aconteceu e ainda acontece cada vez com mais freqüência com autores estrangeiros.

 

Já ouviu falar do livro “Deltora Quest”? É bem provável que você tenha ouvido falar do anime, pelo menos. E você sabia que Deltora Quest é um livro australiano? Ah, não? Bem, legal, né?

 

Já ouviu falar do livro “Bootleg”? Mas é bem provável que você tenha ouvido falar do mangá e anime “Chocolate Underground”, adaptado dele. E você sabia que Bootleg é um livro inglês? E que já teve adaptações antes pra série de televisão que já até passou aqui no Brasil, sobre uma cidade que proíbe o consumo de chocolate e dois garotos se unem para produzi-lo clandestinamente? Ah, não? Bem, maneiro, né?

 

Já ouviu falar do livro “A Saga de Darren Shan”? Mas talvez você tenha ouvido falar do mangá ou do filme que estreará nos cinemas do mundo todo em breve. E você sabia que A Saga de Darren Shan é um livro inglês também? Ah, não? Bem, interessante, né?

 

Já ouviu falar do livro “Meu Pé de Laranja Lima”? E que é um livro brasileiro que foi adaptado para um manhwa coreano? Ah, não? Bem, bacana, né?

 

Esses e outros exemplos que esqueci agora são provas de que não é impossível ganhar uma adaptação legal para o seu trabalho seja aqui ou lá fora contanto que haja empenho, trabalho sério e verdadeiro interesse. Acima de tudo, lembremos onde estamos no momento, ou seja, estamos escrevendo um livro ainda e, portanto, temos que nos concentrar nele, e não como seria uma possível adaptação se nem mesmo o livro aconteceu ainda. Sonhar é bom, é legal, é ótimo, mas, sonhemos e nos esforcemos também, acho que essa é a chave.

 

Força a todos!

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