Compilação de tweets não publicados (3)

26/04/2013 às 8:05 PM | Publicado em Besteiras, Papo com o Leitor | 3 Comentários
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Sem querer puxar a sardinha pro meu lado, mas sinceramente acho que uma aulinha ou duas de psicologia social não fariam mal a ninguém.

Sei lá, o povo é muito… etnocêntrico. Não consegue analisar algo de outra cultura pelos olhos dessa cultura. Já falei disso aqui antes.

Sobre o Naruto ser gay, por exemplo. Ele não é GAY, ele é JAPONÊS. Pergunta-se: que elementos configuram um homossexual para um japonês?

Porque tem países da Ásia onde homens se cumprimentam com um estalo NA BOCA. Quer dizer que eles são gays?

“Ah, ele é obcecado pelo Sasuke.” Olha, se VOCÊ não iria até o fim do mundo pelo melhor amigo, tirá-lo de uma vida ruim, tem gente que iria.

É tudo tão simplista, com análises tão superficiais, carregadas de preconcepções culturais E individuais… Enfim…

@rafaelpombo

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Personagens de mangá, sua popularidade em diferentes países e uma análise

23/01/2011 às 8:28 PM | Publicado em Animes, Besteiras, Mangás, Papo com o Leitor | 22 Comentários
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Certa vez, eu li em algum site sobre a diferença da fama de alguns personagens de mangá em diferentes países. Como assim? Ora, primeiramente, é evidente que o personagem de que você mais gosta não é necessariamente o personagem preferido de outra pessoa, muitas vezes nem está no Top 5 dela. Então não é estranho que haja uma variação também da popularidade de um personagem em vários países.

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Letra e Tradução de “For You”

18/01/2010 às 10:51 AM | Publicado em Papo com o Leitor | 4 Comentários
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Bem, não faço isso há um bom tempo, então, já que voltei a acompanhar o anime de Naruto: Shippūden e achei o mais recente encerramento bastante adorável (como diria a Cassie do seriado Skins, hehe), resolvi fazer a minha própria tradução, sem me basear em nenhuma por aí, então é bem provável que haja diferenças em relação às dos fansubs em geral. Sem mais delongas, com vocês, “For You”, por Azu:

FOR YOU (Por Você) por Azu:

Koko ni aru no wa kimi ga ima made eranda michi no
O que há aqui são as respostas dos caminhos que você escolheu até agora
Kotae-tachi yo hora jishin motte susumeba ii
Veja só, basta você seguir enfrente com confiança
Totemo shizen na no ameagari no
É algo bastante natural, como quando um arco-íris surge
Asufaruto ni niji ga kakaru you ni
Sobre o asfalto após o fim da chuva

Lonely kaze ga fuite
Solitário… Um vento sopra
Feeling ki ga tsuita yo
Um sentimento… Eu percebi
Kotae wa doko ni mo nai kedo
Não acho respostas em lugar algum
Call me wakatte ‘ru wa
Chame-me… Eu compreendo
With you ai wa itsumo
Com você… O amor é sempre
Ataeau mono
Algo que presenteamos um ao outro!

For You
Por Você
Kitto kimi wa itsu no hi ka
Certamente um dia você
Kono sora wo toberu hazu dakara
Deverá poder voar por esse céu
Nando tsumazuita to shite mo For You
Então não importa quantas vezes tropeçou. É Por Você
Taisetsu na koto wa hitotsu
Só existe uma coisa realmente importante
Yumemiru koto
E isso é sonhar
Kokoro dake wa tozasanaide ite
Então ao menos mantenha seu coração aberto

Michishirube

11/08/2009 às 8:02 PM | Publicado em Papo com o Leitor | 1 Comentário
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Atendendo a um pedido, trago para vocês a tradução da música “Michishirube”, primeira abertura da re-exibição da primeira saga de Naruto no Japão, chamada Naruto ~Shounen Hen~. Trago também o download da versão full da música, mas está em .wma, espero que dê pro gasto até que o .mp3 esteja mais fácil de encontrar!

DOWNLOAD DA MÚSICA

Letra de “Michishirube” por SUPER BEAVER:

Asaake ni hikaru sora todokisou de takanaru kodou
Kutsuhimo musubinaoshite mesen wa tooku saki no jibun
Te wo nobaseba tsukamesou de tsukamenai kyori
Tashika na kizuna ga taezu boku no senaka wo oshitsuzukete iru

Nannen mo mae kara kimatte ‘ta no darou ka?
Megurimeguru kisetsu wo koete ima ni tadoritsuku koto

Tada hitasura ni koe wo agete koko ni sonzai suru koto wo shoumeishite
Chanto tatte iru ‘n da
Asu no namida mo egao mo michishirube nanda kono mune ni kizamikonde
Kanousei wo kesu na

Shinkou houkou ga wakaranaku natte mo koko ni aru
Michishirube no sono saki ni kotae ga aru darou
Ikutsu ushinatte mo todokisou de todokanakute mo
Ano hi no yakusoku wo omoidaseba mirai ga temanekishite kureru

Nan’oku no naka no tatta hitotsu ni natte
Megurimeguru kisetsu no naka ni nokoshite kita ashiato
Zenshinzenrei koe agete ayunde kita michi wo koko ni shoumeishite
Furikaetta nara mata
Fumidashite ikeba ii ‘n da yo kanashimi no yoru mo kono mune ni kizamikonde
Tenohira wo kazashita

Souda itsudatte jibun de erande kita darou
Megurimeguru kisetsu wo koete kono ashi de tatsu koto

Mugen ni hirogaru

Tada hitasura ni koe wo agete koko ni sonzai suru koto wo shoumei shite
Ima wo koete iku ‘n da
Shinjite kita kotae ga michishirube nanda kono mune ni kizamikonde
Kanousei wo kesu na

Wakatte ‘ru, wakatte ‘ru, wakatte ‘ru sonzai suru riyuu wo
Imi no nai koto wa nai darou?
Kakaete hanasu na kanousei to iu na no michishirube wa
Jibun jishin nanda

Tradução de “Michishirube” (Placa de Estrada):

Senti que podia alcançar o céu que brilhava com o amanhecer, meu coração palpitava
Amarrando os meus sapatos, vejo o meu eu de muito no futuro
Se eu estender as mãos, sinto que posso agarrá-lo, mas não dá, é muito distante
Um vínculo absoluto continua pressionando minhas costas sem hesitar

Será que tudo já estava determinado desde muitos anos atrás?
Passando por todas as estações do ano, agora eu cheguei

Levanto minha voz com vontade, confirmando que eu existo aqui e agora
E trato de permanecer em pé
Tanto as lágrimas quanto os sorrisos de amanhã são placas na estrada, grave-os no coração
Não apague as possibilidades

Mesmo que não saibamos a direção para onde vamos avançar
Deve haver uma resposta depois da placa na estrada que há aqui
Não importa o quanto a gente tenha perdas e mesmo que não cheguemos lá
Se lembrarmos da promessa daquele dia, o futuro irá acenar, nos chamando

Tornando-se uma só no meio de milhões
Dentre as estações, deixei uma pegada

Levantando minha voz com o corpo e alma, eu confirmo, aqui, o caminho que percorri
Se me virasse, isso tudo mais uma vez
Só é preciso avançar, mesmo nas noites de tristeza, grave no coração
Levantei minha mão

Isso mesmo, eu sempre escolhi tudo por mim mesmo, não foi?
Passando por todas as estações do ano, eu me levanto com minhas próprias pernas

Tudo irá se espalhar infinitamente

Levanto minha voz com vontade, confirmando que eu existo aqui e agora
Eu irei superar o aqui e agora
A verdade em que vim acreditando é uma placa na estrada, grave isso no coração
Não apague as possibilidades

Eu entendo, eu entendo, eu entendo o motivo de eu existir
Não há nada que não possua um sentido, certo?
Me abrace e não solte, a placa na estrada em que está escrito "possibilidade"
Somos nós mesmos

Uma mensagem, dois entendimentos

01/08/2009 às 7:10 PM | Publicado em Japão, Mangás, Papo com o Leitor | 7 Comentários
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Aqui estou eu de novo para meter bronca em mais conceitos otakus absurdos que se cristalizaram.

Falaremos de faixa etária de mangás e animes, sua censura e violência.

“Eu gosto de Naruto”, diz um otaku.
“Aquela desenho de criança?”, diz uma outra pessoa.
“Não é desenho! É anime!! E não é de criança, você acha que é de criança porque viu no SBT! Se visse o real, ia ver que é cheio de violência e mensagens sérias!!”, irrita-se o otaku.

Quem está errado?
Os dois.

Vamos começar analisando o conceito da faixa etária dos mangás no Japão:

A revista semanal Shonen Jump, onde são publicados os mais conhecidos mangás shonen da atualidade, como Naruto, One Piece, Bleach, Katekyo Hitman Reborn! e outros, é uma revista que tem como seu alvo principal pessoas do gênero masculino dos 10 aos 14 anos, mais ou menos. É basicamente um público do pré-adolescente à etapa inicial da adolescência. Isso porque estou sendo bonzinho. Porque me digam: 10 anos de idade não é criança, não? E está lendo seu amado Naruto. Se você tem 18, 19, 20 anos de idade e lê ou assiste Naruto, desculpe, mas, no Japão, você é minoria. É claro que é um número razoavelmente grande, mas o número de pré-adolescentes lendo é bem maior.

Mas então por que os cortes e censura nos animes que passam para as crianças (que também são o público alvo) aqui no Brasil? Se as crianças japonesas assistem à versão real sem problemas? Isso é uma questão cultural e educacional. Otakus, parem de usar a desculpa de que esses animes citados aí em cima não são para crianças e é por isso que são censurados aqui no Brasil. São censurados porque diferentes culturas e mentalidades reagem de forma diferente à mesma coisa.

A cultura e educação de nossas crianças, misturadas ao ambiente em que vivem, proporcionam um mau crescimento de seus valores. Achamos que violência é normal e, às vezes, até divertido, que podemos dar jeitinho em tudo, mesmo quando é ilegal (o “jeitinho brasileiro”), faltamos com respeito, não somos leais, não somos mente aberta. O pólo oposto ao da grande maioria dos orientais. É natural que os pais não queiram que os filhos assistam aos “desenhos japoneses horrorosos cheios de violência”. Quando pros japoneses eles são só… diversão.

Esse é um outro ponto da nossa cultura. É como se os pais achassem que é a TV e a escola que fossem responsáveis pela criação de seus filhos. Acham que a TV tem alguma obrigação de só mostrar desenhos educativos às crianças, de forma a complementar aquilo que eles mesmos não ensinaram. Não entendem que, um anime, por exemplo, não tem obrigação alguma de passar mensagens educativas (a menos que seja um anime educativo, como o recente Elementhunters, sobre o qual eu falo mais tarde). Estão lá só pra divertir, entreter. Você por acaso vai assistir One Piece ou Bleach pelo seu teor educativo? Até parece. No máximo aprende-se um pouco de japonês e uma ou outra coisa de cultura. Mas não é essa a intenção dos produtores. E aí, quando os pais brasileiros, aliás, os ocidentais em geral, vêem o filho assistindo animes assim, acham um absurdo que só exibam violência.

Mas os animes baseados nos mangás da Shonen Jump querem, em vez de mensagens educativas, mandar mensagens de certos valores. Para quem não sabe, o lema da Shonen Jump é “Esforço, Amizade e Vitória”, baseado numa pesquisa que fizeram com jovens garotos para saber que coisas eram mais importante para eles. E esses são os valores que a revista mais preza. Em consequência disso, os animes baseados em seus mangás os transmitem para as crianças que os assistem. Mas aqui, pela nossa cultura, algo com violência para crianças nunca seria algo que transmita esforço, amizade e vitória, apenas aulas de como ser bandido.

Mas aí, cês sabem, né. No Japão, esse conceito de aulas de como ser bandido nem entra na cabeça dos pais e muito menos das crianças.

CANAAN

22/07/2009 às 7:38 PM | Publicado em Informativo, Reviews | 4 Comentários
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Queria falar de um anime que resolvi assistir esses dias. Ao contrário do que muitos podem pensar, eu raramente vejo animes. Tudo o que eu assisto é o episódio semanal de Bleach e um ou outro anime de tantas em tantas semanas (geralmente meses) os quais raramente passo dos primeiros episódios. Fora isso, leio os mangás semanais de Bleach, Naruto, Bakuman e acabou. O resto do meu tempo a la nerd-otaku vai para o processo criativo de histórias e vídeo game (agora jogando Persona 4, finalmente).

Foi meio por acaso. Eu estava no site Hinata-Sou outro dia para ver se algum lançamento de anime me atraía. Mas, pelas imagens, só via coisas que remetiam a velhos clichês, animes shojo de romancezinho brega onde o cara vive caindo em peitos, MAHOU-shojo (esses já chegaram no limite criativo, né?), shonens blergh (é, foi a melhor palavra que encontrei para definir!) e PUTZ… O remake ou sei lá o que da Suzumiya Haruhi no Yuu’utsu, que, numa boa, o estúdio que anima isso podia usar seu tempo e dinheiro (são praticamente a mesma coisa, segundo dizem, hehe) para algo NOVO, NÉ?? Sem falar que é um dos infernos dos cosplays depois da Santa Trindade da Shonen Jump (One Piece, Naruto e Bleach, nessa ordem de importância e fama, viu?). E a dancinha… Ah, A DANCINHA!!! Meu Deus, por isso que não me considero mais otaku.

Ai, ai… Mas vamos ao que interessa:

CANAAN 
CANAAN é um anime que, pelo que parece, se passa anos depois dos eventos de um jogo para Wii chamado Yonniihachi: Fūsasareta Shibuya de, que foi um dos poucos jogos que já ganhou nota máxima da revista japonesa de games Famitsu. A história (do jogo) é sobre pessoas que não se conhecem e que se vêem envolvidos em diversos mistérios no bairro de Shibuya. O jogo é estilo visual novel, daqueles onde você escolhe opções para se chegar ao final e, possivelmente, ter mais de um final diferente.

O engraçado é que, um dos poucos animes que vi no Hinata-Sou, esse foi um dos poucos cuja imagem (só pela imagem, hein!) me chamou a atenção, e por acaso, fiquei sabendo desse tal jogo para Wii no mesmo dia lendo alguma coisa na internet e, quando vi que os dois estavam relacionados, resolvi dar uma olhada.

A sinopse é meio complicada de dar, mas tentarei:

Uma dupla de jornalistas japoneses vai até Xangai para cobrir o festival que lá está havendo e outros furos jornalísticos (na verdade, não é bem especificado o motivo da vinda deles). Eles acabam se envolvendo no confronto entre uma garota-soldado, Canaan, e pessoas que… querem matá-la (também não especificado). Um dos jornalistas, uma cameraman (-woman?) chamada Maria Ōsawa, acaba fugindo pelas ruas da cidade com Canaan e vemos que as duas são amigas de infância. Bem, é mais ou menos isso. Ainda temos que descobrir quem são os caras que estão atrás de Canaan, o verdadeiro motivo da vinda dos jornalistas e outras questões mais.

Até agora, CANAAN só tem 3 episódios lançados (sendo que vi dois), mas, até agora, já pude formular uma opinião geral da coisa. Pra começar, é certo que é um anime com muita ação e violência. Bem no estilo filme de ação americano com muita perseguição, tiros, sangue e o escambau. Jogue um pouco de sobrenatural científico e traumas de personagens e você tem algo… não muito original? É, definitivamente, você já viu isso em algum lugar. Mas CANAAN tem um estilo diferente. Às vezes é como se os personagens não pertencessem àquele mundo. Você tem, por exemplo, uma fotógrafa toda bobinha (A Maria) e com design de anime shojo, mas a animação é bem realista e o sangue e tiros correm soltos! Misturar os dois fica um negócio bem esquisito… mas que até que dá certo!

Outra coisa, há humor e típicas sequências de movimentos exagerados de animes (algo que num anime realista também causa grande contraste). É um anime confuso de início, que não se preocupa em explicar absolutamente nada. Você só tem uma noção de quem são os vilões (pelo menos nos termos de “quem está contra a protagonista”) e acabou. Mas, eu gosto de animes assim, me dão mais curiosidade para continuar assistindo.

Para vir de um jogo que recebeu nota máxima da Famitsu, acredito que, no mínimo, será um anime razoável, de média 7.0 em questão de nota. Até agora, dou 8.0.

Vamos ver se continua assim.

Letra e Tradução de “Hotaru no Hikari” e “Shinkokyuu”

10/04/2009 às 4:12 PM | Publicado em Papo com o Leitor | 17 Comentários
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Rápido post antes de eu sair para ir ver Dragon Ball Evolution! Será muito ruim, uma droga, uma m****?! Vamos descobrir se é isso mesmo!!

 

Bem, como vocês devem ter percebido, Naruto: Shippuuden está de abertura e encerramento novos, mas, por enquanto, a Dattebayo ainda não fez o karaokêzinho e a tradução, então, como eu sou muito legal (lol), trago aqui a letra romanizada e uma tradução bem superficial, nada muito confiável, hahaha, mas que dá pra ter uma idéia da coisa. Falou!

 

 

HOTARU NO HIKARI (Luz dos Vaga-Lumes) por Ikimono-gakari:

 

SHA LA LA itsuka kitto

Boku wa te ni suru n’ da

Hakanaki mune ni sotto

Hikari moete yuke

 

Aitaku naru no shoudou

Nakitaku naru no junjou

Natsu no hi ni tobikonda

Hotaru wa kaeranai

 

Anata wa nani mo iwazu kuchizuke wo nokoshite

Kizutsuku mama unazuita ne

Kanashii hodo inochi yurameiteita

 

SHA LA LA itsuka kitto

Boku wa te ni suru n’ da

Hakanaki mune ni sotto

Hikari moete yuke

 

SHA LA LA itoshiki hito

Anata mo miete iru no

Mabayui tsuki ga sotto

Ashita wo terashite

Tsuyoku tsuyoku kagayaite

 

TRADUÇÃO:

 

SHA LA LA certamente um dia

Eu conseguirei uma luz

Que queime gentilmente

Em meu coração efêmero!

 

Esse impulso de querer te ver…

Esse puro sentimento que me faz querer chorar…

Os vaga-lumes que voaram para o fogo do verão

Não retornarão mais.

 

Você me deixou um beijo sem dizer nada

Mesmo estando magoada, assenti com a cabeça

Minha vida balançava de tristeza.

 

SHA LA LA certamente um dia

Eu conseguirei uma luz

Que queime gentilmente

Em meu coração efêmero!

 

SHA LA LA pessoa amada

Você também consegue ver, não é?

A radiante lua que gentilmente

Ilumina o amanhã

Brilhando fortemente, fortemente…

 

 

SHINKOKYUU (Respiração Profunda) por SUPER BEAVER:

 

Sonzai to shinkokyuu no genjitsu wo mae ni

Idomou to suru shisen wa

Machigai mo tomadoi mo zenbu yakitsukeru

Isshun no renzoku no naka de

 

Ikutsumo no yakusoku no sono ue ni tatte wa

Kamishimeru ano hi koboreochita kotoba

Komerareta omoi wa chikai no you de

Kuchi ni sureba ima to hajimari wo tsunagu

Yume de wa nakute

Esoragoto no sekai demo nai basho de sa

 

Sonzai to shinkokyuu no genjitsu wo mae ni

Idomou to suru shisen wa

Machigai mo tomadoi mo zenbu yakitsukete

Sono zutto saki wo toraeru

Isshun no renzoku no naka de

 

TRADUÇÃO:

 

O olhar que te desafia

Pela realidade de sua existência e sua respiração profunda

Irá queimar todos os seus erros e dúvidas

Em uma sucessão de momentos.

 

O que havia em relação a tantas promessas

Eram palavras que caíram espalhadas naqueles dias que aproveitei

Incluir sentimentos em algo é como um juramento

Se eu os pusesse em palavras, poderia unir o agora e o início

Em um lugar que não seja um sonho

Nem um mundo de invenção.

 

O olhar que te desafia

Pela realidade de sua existência e sua respiração profunda

Irá queimar todos os seus erros e dúvidas

E agarrar tudo o que vier depois

Em uma sucessão de momentos.

Mazelas otakas ocidentais

25/03/2009 às 4:47 PM | Publicado em Papo com o Leitor | 1 Comentário
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Minha teoria estava correta! O grande problema de nós ocidentais no quesito comércio de produtos da cultura pop japonesa (ou qualquer coisa influenciada por ela) é a falta de interesse de ingressar nele.

 

Ok, comecei este post com uma afirmação que para muitos soa meio “hã?!”, mas era só para assustar um pouco e atiçar a curiosidade.

 

Explico.

 

Conforme li nestes dois posts do Shoujo Café e do JCast, pude confirmar o que já meio que sabia. Nós ocidentais queremos apenas usufruir de tudo que o Japão oferece sem visar objetivos mais altos. A questão é a seguinte…

 

Os cosplays, por exemplo, são uma forma de se encontrar com amigos e pessoas que dividam os mesmos gostos que você em um evento e simplesmente aproveitam o momento, mostrando-se e divertindo-se. Normal, todos querem se divertir o quanto puderem. No entanto, ninguém percebe o quanto isso pode prejudicar vários outros pontos dessa coisa toda.

 

Olhem à sua volta. Notem como se comportam os otakus brasileiros e até mesmo americanos e qual a posição deles em relação ao comércio de produtos pop japoneses. Bem… Talvez seja mais fácil eu dar alguns exemplos.

 

Como o Alexandre Lancaster sempre fala em seu blog, na Europa os eventos de anime são muito diferentes dos daqui. Segundo ele, lá eles dão importância ao que é importante, promovendo encontros com autores de mangás, apresentando novos conceitos de animação japonesa, parcerias com estrangeiros, etc. Mas aqui… já perceberam que fica tudo praticamente no cosplay? E como dizem as notícias desses posts, em certos eventos no Japão, cosplayers amadores são proibidos, pois os eventos deveriam ser lugares para mostrar aquilo que fará bem à indústria e não aquilo que não fará nenhuma diferença.

 

Já notaram que quando entram em sites como a Henshin aquele pop-up anunciando concursos de cosplay aparece de tal forma que parece até que é a coisa mais importante a ser mostrada ali? Cadê mais notícias sobre o que realmente interessa como a indústria de mangás no Brasil e a oportunidade a ser dada aos jovens daqui? Sei que, por eu estar escrevendo um livro nesse estilo isso pode parecer egoísmo de minha parte, mas, isso é algo de que o Brasil realmente necessita, pois tem muita gente no mesmo barco que eu.

 

Mas não é só isso. Cadê a propaganda de novos mangás e animes bacanas nos eventos, informações sobre como funciona o comércio entre Japão e o ocidente, mais produtos originais diversificados aqui que possamos comprar por um preço mais acessível? Eu quero ler várias light novels, mas não trazem isso pro Brasil! Se pelo menos importassem em japonês ou inglês, mas nem isso… Os eventos deveriam ser lugares para termos acesso a coisa exatamente desse tipo: praticamente inacessíveis.

 

Mas como o Lancaster diz, temos é bandas convidadas pra cantar, cosplayers de Naruto aos montes, campeonatinhos de PS2/PS3 de Naruto e… ah, sei lá, 95% é Naruto e ninguém queira contradizer isso! Ou seja, coisas que são divertidas, mas que não dão em nada, não avançamos em nada. E isso não é só com a gente não, como foi falado no JCast, os americanos são assim também, talvez um pouco menos, não sei.

 

Resumo da ópera, podemos citar MAIS UMA VEZ o senhor Zé Roberto Pereira, que diz que a postura do brasileiro é de passividade, de empregado. Se formos olhar os eventos e como é o comércio de anime e mangá por aqui, vemos que isso se aplica a eles também. O que seria a passividade? Nesse caso, sinônimo de “só quero me divertir agora e estou pouco me lixando pra fazer algo em prol de novidades e criar oportunidades”. Em outras palavras, somos reativos demais e pouco pró-ativos. O que vier tá bom, tenho o meu Naruto aqui, minha fantasia da Akatsuki, e tá tudo ótimo! Não quero saber de mais nada!

Viagem e, claro, BLEACH!

09/03/2009 às 6:52 PM | Publicado em Informativo | 1 Comentário
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Só dando uma passada rápida aqui pra não deixar o blog morrer!

 

Bem, de assuntos interessantes, tem a minha loooonga e cansativa viagem nesse fim de semana ao Fim do Mundo a.k.a Itajubá, Minas Gerais para o casamento do meu primo. Se você é de Itajubá, não se sinta ofendido, eu estou apenas me referindo à distância, não à cidade em si. No geral, foi bacana, mas, não sou muito de festas, o que inclui festa de casamento. Eu gosto de viajar de carro, mas, viajar enjoado ou com dor de barriga é uma coisa que não desejo nem para meus inimigos (os quais não tenho, hehe).

 

A parada em Campos do Jordão para o almoço na volta para o Rio foi legal, principalmente pelo fato de eu nunca ter sequer botado os pés em alguma cidade do estado de São Paulo antes (vergonhoso, eu sei). Cara… COMO TEM JAPONÊS! E eu nem tava na Liberdade na grande São Paulo!

 

Aqui no Rio eu quase não vejo pessoas de descendência oriental, é bem curioso isso. Falando rapidamente de Elementais, sabe que eu tenho uma idéia ou outra para um spin-off que se passa em São Paulo? Mas isso seria pra daqui a muito tempo e só quando o livro ficar famoso (eu falo com tanta convicção de que vai dar certo, né? Haha).

 

+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 

Mudando radicalmente de assunto, alguém está bem ansioso pelas novas músicas de abertura e encerramento de Bleach? Pô, fala sério, a banda que fará a nova música de abertura “Shojo S”, chamada Scandal, composta por quatro garotas que ainda parecem estar no Ensino Médio, toca muito! Das três músicas que ouvi, dadas por links no site bleachPROJECT, achei todas ótimas. Os caras dos estúdios de animação realmente sabem escolher boas bandas para esses animes famosíssimos.

 

O novo tema de encerramento ficará a cargo da banda Sambomaster, que já fez uma música para Bleach, o tema do segundo filme. E, a música que eu adoro citar, que é a quinta abertura de Naruto (o normal, não o Shippuuden), “Seishun Kyousoukyoku”, pra mim melhor do que “Haruka Kanata” e “GO!!”, as favoritas da galera.

 

Estou com altas expectativas e acho que não irão me decepcionar!

 

Agora, já que falei em Naruto, estou há semanas sem ver. Não que eu não assista fillers, eu até acho bacana alguns, mas, sei lá, tá TÃO chato ultimamente, e Bleach tá TÃO melhor (tanto o mangá quanto o anime, se bem que o mangá de Naruto melhorou muito) que é só o que eu tô assistindo mesmo.

 

“Velonica” é uma música maravilhosa, com ritmo e letra boas demais, mesmo. Vai ser difícil dar adeus a ela, mas, bem, novas músicas têm que vir! E que venha “Shojo S” (Garota S)!

 

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