OST: Persona 3 e Persona 3 FES

11/09/2009 às 3:24 PM | Publicado em Papo com o Leitor | 25 Comentários
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É com muito orgulho que eu trago a OST de um dos meus RPGs favoritos:

Persona 3 Original Soundtrack
Persona 3 Original Soundtrack Back Cover

Como já dito antes aqui no blog, Persona 3 difere bastante da maioria dos RPGs que se vê por aí. A começar pela escolha de um cenário contemporâneo, urbano e escolar, que mais lembra animes ou mangás, em vez de aventuras medievais ou com tecnologia arcaica misturada a magia. Com um toque de conflitos psicológicos adolescentes, cultura pop jovem e questionamento de ideologias, o game se destaca no aprofundamento dos personagens enquanto estes buscam respostas tanto na esfera social quanto na sobrenatural, que consiste em derrotar as criaturas que surgem durante um período oculto do dia quando o relógio bate meia-noite. Essas criaturas são os Shadows, e esse período oculto chama-se Dark Hour, que é quando uma enorme torre chamada Tartarus surge no local da escola do protagonista e seus amigos, e é a morada dos Shadows. Durante o jogo, seu objetivo é subir os andares da torre durante a Dark Hour e fortalecer os elos sociais (Social Links) com pessoas que você conhece durante o dia. Quanto mais fortes esses elos, mais poderosos serão os Personas que você poderá criar e usar em batalha.

Persona 3 FES é uma nova versão do game que vem com uma espécie de epílogo, com algumas horas adicionais de jogo e revelando alguns fatos mais sobre os acontecimentos e o passado dos personagens. Além disso, há novos Personas para se criar e outras mudanças. Como há novas músicas também, incluo aqui a OST do FES.

As músicas de Persona 3 e Persona 3 FES são compostas por Shoji Meguro (Shin Megami Tensei III: Nocturne e Shin Megami Tensei: Digital Devil Saga I e II).

Links:

Megaupload:
Persona 3
Persona 3 FES

SendSpace:
Persona 3
Persona 3 FES

Primeiro volume de “Elementais” completo!

18/06/2009 às 1:10 PM | Publicado em Informativo, Livros, Papo com o Leitor | 19 Comentários
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Elementais - BFF

É com muita felicidade, orgulho e vontade de zerar logo o bendito Persona 3 pra começar o 4 que eu anuncio que o primeiro volume de Elementais, Yūai Tenshi Elementais Volume I: Das Blühen des Lichtes, está completo! Depois de muito reescrever e mudar um bocado de coisas, acho que essa versão ficou muito melhor. Está mais bem explicada, organizada e pára em um ponto melhor do que antes, sem introduzir tantos personagens de uma só vez. A história, portanto, ficou mais devagar, sem apressar muito as coisas, conforme o JRP aconselhou.

A questão agora é publicar. Vou enviar novamente para editoras (mais editoras), claro, mas também vou me preparar para uma possível publicação independente. É nesse ponto que eu começo a duvidar um pouco daquele provérbio que diz: “Começar é fácil, continuar fazendo é que é difícil.” Pô, começar tá difícil pra caramba! Hehehe.

Mas, paciência. Enquanto isso, vou consertando e melhorando algumas coisinhas no livro pra ficar o mais próximo possível da perfeição de acordo com o que for humanamente (e computadoramente: mexer com linha, tamanho de fonte e capa no Word me deixa exausto) possível para mim.

Até mais, me desejem sorte!

Influências de Persona 3

29/01/2009 às 1:11 AM | Publicado em Reviews | Deixe um comentário
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Gostaria muito de começar falando sobre um jogo que influenciou muito a concepção da minha história “Elementais”: Persona 3.

 

Desenvolvido pela empresa Atlus, esse RPG segue os moldes da série Megami Tensei, conhecida simplesmente como MegaTen, que, inicialmente, fora lançado pela Namco. O primeiro game, intitulado apenas de “Megami Tensei”, foi baseado em um romance escrito por Aya Nishitani chamado “Digital Devil Story”, título esse que, mais tarde, também seria usado pela Atlus para um spin-off da série.

 

O estilo da série MegaTen é muito interessante, tendo elementos que a maioria dos RPGs não possuem. Para começar, a grande maioria dos jogos acontece no mundo moderno, tendo um simples estudante do colegial como protagonista, por exemplo. Os games são sombrios, pois seus inimigos são nada mais, nada menos que demônios.

 

Em “Shin Megami Tensei”, primeiro jogo da série lançado para o Super Nintendo, você controla um estudante que está de férias, simplesmente aproveitando o verão, quando acontecimentos misteriosos começam a acontecer depois que ele tem um sonho estranho. Demônios começam a aparecer pela cidade (Tóquio, só pra constar) e atacar pessoas, enquanto outras simplesmente se rendem, se “aliando” aos demônios. Nisso, o protagonista vai atrás das pessoas que viu em seu sonho e que parecem estar destinados a ajudá-lo a impedir o Apocalipse iminente.

 

Pulando para Persona, nos vemos em uma situação parecida: mundo moderno e estudantes com poderes. No entanto, Persona não é uma seqüência dos jogos Megami Tensei, mas uma história à parte. Para ser sincero, não joguei o Persona 1 nem o 2, mas nem mesmo é preciso, pois o 3 não é uma continuação direta desses dois, apesar dos números. Mas uma mesma característica está presente em todos eles. Persona é o nome que se dá ao ser que vive dentro de uma pessoa e que possui habilidades extraordinárias. São como a personificação do espírito da pessoa.

 

Em Persona 3, ganhamos o controle sobre um jovem estudante que se muda para a cidade onde viveu durante a infância. O protagonista sem nome (é de praxe dos jogos MegaTen que o jogador é que decide o nome do personagem principal) passa a morar em um dormitório junto com outros estudantes. Mal sabe ele que todos esses estudantes são usuários de Persona. Todas as noites, quando o relógio bate meia-noite, entramos no que esses estudantes explicam ser a “Dark Hour”, uma hora que os humanos comuns desconhecem, pois todos os humanos assumem a forma de um caixão, ficando adormecidos, sem saber de nada.

 

Junto com a Dark Hour surge, no lugar onde fica a escola do protagonista, uma imensa torre chamada “Tartarus”, que é onde ficam os principais inimigos dos usuários de Persona: os “Shadows”. Shadows são criaturas sombrias, como se pode reparar pelo nome, que atacam os humanos durante a Dark Hour, sugando-lhe a energia e, em muitos casos, a vida. Logo, o protagonista descobre ser um usuário de Persona também e decide ajudar os outros a lutar contra os Shadows.

 

Persona 3

Ao longo do jogo, você vai descobrindo os segredos por trás da Dark Hour, dos Shadows e da Tartarus, enquanto simplesmente vive sua vida normal de estudante durante o dia. A parte mais legal do jogo, provavelmente, é a dos “Social Links”, onde cria relações com colegas da escola e da cidade. O protagonista é o único usuário de Persona que pode criar outros Personas. Cada Persona é regido por um arcano do Tarô, e cada Social Link que você cria com alguém corresponde também a um arcano. Quanto mais forte a sua relação com alguém de um arcano, mais poderosos são os Personas que você poderá criar. Para criá-los, é preciso fundi-los.

 

Bem, essa é o meu mini-comentário a respeito desse grande jogo. O Persona 4 já saiu e, segundo ouço por aí, é ainda melhor que o terceiro. Ainda bem que minha irmã está nos “States” e comprou pra mim, junto com outros jogos!

 

Ah, sim, caso estejam indagando, ambos são para Playstation 2.

 

 

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