OST: Persona 4

21/02/2010 às 1:21 AM | Publicado em Papo com o Leitor | 4 Comentários
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Poxa, faz tempo que não trago uma OST de um jogo, hein? Bem, como ultimamente tenho me sentido mais vigoroso para certas tarefas como postar no blog ou no Twitter (aliás, o meu é yokuokasugakawa, dêem uma passada lá!), vou aproveitar para fazer algumas postagens antes que esse meu ânimo se esvaia.

Hoje trago a OST da sequência de um dos meus jogos favoritos:

Persona 4 OST CapaPersona 4 OST Contracapa

Persona 4 é menos sombrio e mais colorido que seu antecessor, mas nem por isso é menos tenso, maduro e lotado de temas tabus. No que em seu antecessor o grupo de personagens principais escalava uma torre sinistra durante a Dark Hour para dar cabo dos Shadows, nesse você e seus amigos têm que resolver casos de assassinato que estão relacionados com um mundo paralelo que existe dentro da TV. Logicamente, esse mundo está infestado de — adivinhem — Shadows, que só irão tornar seu trabalho mais difícil. Os Elos Sociais (Social Links) que o protagonista forja com pessoas que ele vai conhecendo em seu dia-a-dia para fortalecer os Personas que ele pode criar estão novamente presentes. O jogo também evoluiu em relação ao seu antecessor em outros quesitos, como o sistema de batalha (em que agora é possível controlar totalmente os outros personagens que não o principal) e de fusão de Personas, agora com uma série de novos aprestos para facilitar sua vida.

Aproveitem que a OST é tão boa quanto o jogo!

Link: AQUI.

Como o nome de algumas músicas estão em japonês, vou traduzi-las:

Disco 1:

02: Kioku no Katasumi (Um Canto da Memória)
04: Subete no Hito no Tamashii no Uta (Poema das Almas de Todos); também conhecida oficialmente como “Aria of the Soul” (Ária da Alma)
07: Mayonaka Terebi (TV da Meia-Noite)
10: Soko ni Iru no wa Dare? (Quem Está Aí?)
14: Suiri (Raciocinando)
16: Kyōki no Kyōkaisen (Beirando a Loucura)
21: Hito no Mono (Marido daquela Pessoa)
22: Kerorin Magic
24: Kakusei (Despertar)

Disco 2:

09: Kiri (Névoa)
11: Junesu no Tēma (Tema da Junes)
12: Kokoro no Chikara (Poder do Coração)
14: Musōkyoku (Música dos Sonhos)
19: Suiri –another version- (Raciocinando –outra versão-)
22: Kairō (Corredor)

E uma nota: na música número 04 do Disco 2, o nome certo é “Heartbeat, Heartbreak” e não “Heartbeat,Heartbeat”. Parece que houve um erro de transcrição por parte de quem escreveu o nome das músicas no CD da trilha.

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CANAAN

22/07/2009 às 7:38 PM | Publicado em Informativo, Reviews | 4 Comentários
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Queria falar de um anime que resolvi assistir esses dias. Ao contrário do que muitos podem pensar, eu raramente vejo animes. Tudo o que eu assisto é o episódio semanal de Bleach e um ou outro anime de tantas em tantas semanas (geralmente meses) os quais raramente passo dos primeiros episódios. Fora isso, leio os mangás semanais de Bleach, Naruto, Bakuman e acabou. O resto do meu tempo a la nerd-otaku vai para o processo criativo de histórias e vídeo game (agora jogando Persona 4, finalmente).

Foi meio por acaso. Eu estava no site Hinata-Sou outro dia para ver se algum lançamento de anime me atraía. Mas, pelas imagens, só via coisas que remetiam a velhos clichês, animes shojo de romancezinho brega onde o cara vive caindo em peitos, MAHOU-shojo (esses já chegaram no limite criativo, né?), shonens blergh (é, foi a melhor palavra que encontrei para definir!) e PUTZ… O remake ou sei lá o que da Suzumiya Haruhi no Yuu’utsu, que, numa boa, o estúdio que anima isso podia usar seu tempo e dinheiro (são praticamente a mesma coisa, segundo dizem, hehe) para algo NOVO, NÉ?? Sem falar que é um dos infernos dos cosplays depois da Santa Trindade da Shonen Jump (One Piece, Naruto e Bleach, nessa ordem de importância e fama, viu?). E a dancinha… Ah, A DANCINHA!!! Meu Deus, por isso que não me considero mais otaku.

Ai, ai… Mas vamos ao que interessa:

CANAAN 
CANAAN é um anime que, pelo que parece, se passa anos depois dos eventos de um jogo para Wii chamado Yonniihachi: Fūsasareta Shibuya de, que foi um dos poucos jogos que já ganhou nota máxima da revista japonesa de games Famitsu. A história (do jogo) é sobre pessoas que não se conhecem e que se vêem envolvidos em diversos mistérios no bairro de Shibuya. O jogo é estilo visual novel, daqueles onde você escolhe opções para se chegar ao final e, possivelmente, ter mais de um final diferente.

O engraçado é que, um dos poucos animes que vi no Hinata-Sou, esse foi um dos poucos cuja imagem (só pela imagem, hein!) me chamou a atenção, e por acaso, fiquei sabendo desse tal jogo para Wii no mesmo dia lendo alguma coisa na internet e, quando vi que os dois estavam relacionados, resolvi dar uma olhada.

A sinopse é meio complicada de dar, mas tentarei:

Uma dupla de jornalistas japoneses vai até Xangai para cobrir o festival que lá está havendo e outros furos jornalísticos (na verdade, não é bem especificado o motivo da vinda deles). Eles acabam se envolvendo no confronto entre uma garota-soldado, Canaan, e pessoas que… querem matá-la (também não especificado). Um dos jornalistas, uma cameraman (-woman?) chamada Maria Ōsawa, acaba fugindo pelas ruas da cidade com Canaan e vemos que as duas são amigas de infância. Bem, é mais ou menos isso. Ainda temos que descobrir quem são os caras que estão atrás de Canaan, o verdadeiro motivo da vinda dos jornalistas e outras questões mais.

Até agora, CANAAN só tem 3 episódios lançados (sendo que vi dois), mas, até agora, já pude formular uma opinião geral da coisa. Pra começar, é certo que é um anime com muita ação e violência. Bem no estilo filme de ação americano com muita perseguição, tiros, sangue e o escambau. Jogue um pouco de sobrenatural científico e traumas de personagens e você tem algo… não muito original? É, definitivamente, você já viu isso em algum lugar. Mas CANAAN tem um estilo diferente. Às vezes é como se os personagens não pertencessem àquele mundo. Você tem, por exemplo, uma fotógrafa toda bobinha (A Maria) e com design de anime shojo, mas a animação é bem realista e o sangue e tiros correm soltos! Misturar os dois fica um negócio bem esquisito… mas que até que dá certo!

Outra coisa, há humor e típicas sequências de movimentos exagerados de animes (algo que num anime realista também causa grande contraste). É um anime confuso de início, que não se preocupa em explicar absolutamente nada. Você só tem uma noção de quem são os vilões (pelo menos nos termos de “quem está contra a protagonista”) e acabou. Mas, eu gosto de animes assim, me dão mais curiosidade para continuar assistindo.

Para vir de um jogo que recebeu nota máxima da Famitsu, acredito que, no mínimo, será um anime razoável, de média 7.0 em questão de nota. Até agora, dou 8.0.

Vamos ver se continua assim.

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