Baka to Test to Shōkanjū

13/01/2010 às 5:11 PM | Publicado em Reviews | Deixe um comentário
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Baka to Test to Shōkanjū


Putz! Faz tempo que não assisto a um anime com tanto gosto! É verdade que o tema de Baka to Test to Shōkanjū pode parecer bastante bobo e direcionado para otakus fanáticos e jogadores de RPG semi-hikikomori, mas quer saber? O que importa é que é divertido e louco de uma forma deliciosa!

O protagonista, Akihisa Yoshii, matricula-se numa escola que divide os alunos de acordo com as notas que eles tiraram nas provas de admissão. Os de melhores notas são postos na Classe A, onde tudo é luxuoso e os alunos deleitam-se com diversas mordomias. Os de notas mais baixas são postos nas Classes B, C, D, E e assim sucessivamente até a F, onde nosso incrivelmente inteligente protagonista vai parar! A Classe F é um verdadeiro cafofo, com tatames mofados, mesas quebradas e um professor nada empenhado. Mas é aí que entra a loucura do anime!

“Baka to Test to Shōkanjū, numa tradução livre, é algo como “O Idiota, as Provas e as Bestas Invocadas”. Essas bestas mencionadas no título nada mais são do que versões SD dos alunos que podem ser invocadas para batalhar com as invocações de alunos de outras classes! Para quê? Bem, existe uma regra na escola que diz que se os alunos de uma classe vencem os alunos de outra nessas batalhas, os alunos trocam de classe. E assim Akihisa e seus amigos armam um plano para chegar a classes melhores através dessas batalhas. Mas ainda tem o mais importante de tudo! As provas! A nota de cada aluno nas provas é o que define os “pontos de ataque” das invocações! O aluno escolhe uma matéria para ser a representativa dos pontos de ataque de sua invocação e, assim, os alunos de uma classe tentam complementar as matérias em que cada um é ruim para tentar montar um time balanceado. Os estudantes podem fazer provas quantas vezes quiserem e quando quiserem para aumentar as notas atuais, o que os obriga a terem um bom conhecimento escolar também para que a força de suas invocações seja grande.

Baka to Test to Shōkanjū é um anime pirado, divertido e ainda com algumas críticas a esse sistema rígido japonês de “tire boas notas, faça uma boa faculdade e entre numa empresa de respeito”. A animação é colorida, usa texturas interessantes para sombras e é rápida e engraçada.

Nota: 9,0.

Para baixar, clique AQUI.

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Bloquinho: o seu melhor amigo!

09/01/2010 às 7:01 PM | Publicado em Informativo, Papo com o Leitor | 16 Comentários
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Bloquinhos

Recentemente tenho experimentado uma nova forma de escrever ficção. É um recurso que pode parecer bobo, mas muitos bons autores por aí já fizeram e isso pode ajudar você, que se sente escravo do computador às vezes, a escrever seu livrinho com mais tranquilidade.

Bem, sabe quando você está, por exemplo, na escola e de repente começam a surgir idéias e você precisa que precisa anotá-las mesmo que superficialmente em algum lugar? Aí você escreve embaixo da revisão de Matemática, porque, afinal, ela não serve pra nada, você vai tirar 3,0 na prova, mesmo (haha, brincadeira). Só que, e se quando você estiver em casa, mesmo com o computador à disposição, você preferisse escrever em um bloquinho ou caderninho? Pode ser meio sem sentido, afinal o computador está ali e é muito mais fácil escrever e editar tudo nele, certo? Bem, para alguns, sim. Mas se você é como eu que só por estar sentado na frente do PC começa a bater aquela sensação de obrigação de ter de escrever algo e aí todas as idéias debandam da sua mente, pode ser que um instrumento de escrita que te dê mais liberdade seja a solução. Com um bloquinho e uma caneta ou lápis, há diversas vantagens:

1. É pequeno e você pode carregar para onde quiser. Para a rua, escola, ou qualquer lugar da casa que lhe proporcione mais conforto… até no banheiro! E você pode escrever em qualquer posição, sentado ou deitado em qualquer lugar mais agradável, em vez da cadeira do computador que limita seus movimentos e te deixa exausto.

2. É acessível e você pode pegá-lo para escrever a qualquer hora, mas o principal é poder deixar o computador desligado. Quando ligamos o computador, muitas vezes ficamos o dia todo só fazendo inutilidades nele, mas o bloquinho lhe faz pensar: “Hm, que tal eu deixar o computador desligado hoje, já que eu tenho o bloco? Aí aproveito para só trabalhar no meu texto.” O computador nos distrai demais, experimente não ligá-lo um ou dois dias na semana. Ligue-o só nos “dias de folga”.

3. Ele tira-lhe a sua sensação de obrigação. “Ah, estou no computador com o Word aberto, eu tenho que escrever duas páginas hoje, eu tenho que escrever maravilhosamente bem, eu tenho…” Todos sabemos muito bem que ninguém gosta de fazer nada obrigado, mesmo que seja justamente algo que gostamos de fazer. Com o bloco, você se sente mais livre, mais “eu sou o chefe”. No fim, você se sente muito melhor, as palavras fluem melhor e você acaba escrevendo mais do que o normal! Mas lembre-se de que é importante ter a disciplina para escrever um pouco todos os dias.

4. Você pode escrever sem ter de se preocupar muito com pequenos detalhes como palavras que não vêm à sua mente. Por exemplo, você está escrevendo e na hora H precisa de uma palavra que se encaixe ali. Mesmo que não lembre, você pode usar algo parecido (um sinônimo, talvez) e deixar uma marca para voltar lá depois quando for passar pro computador e trocar por algo melhor (ver Vantagem Número 5). O importante é colocar logo as idéias no papel, fazer a história avançar e escrever o que já tem claro na sua cabeça, em vez de ficar perdendo tempo pensando e procurando uma só palavra que pode te tomar vários minutos e te deixar impaciente e desmotivado para escrever o resto.

5. O bloquinho te força a ler mais uma vez, a revisar seu texto à medida que passa para o computador. Dessa forma, você melhora o que pode ser melhorado, retira o desnecessário e adiciona o que é preciso. Além, claro, de inserir as palavras mencionadas na Vantagem Número 4.

E como disse o Stephen King, um caderninho é o melhor processador de texto que existe!

Boa sorte!

Resumo da Semana I

13/06/2009 às 1:39 AM | Publicado em Cotidiano, Papo com o Leitor | 2 Comentários
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Está na hora doooooo….. RESUMO DA SEMANA! Tcharam! Hehehe. É, bem, como deve ser possível deduzir, vou falar rapidamente dos acontecimentos (nada) emocionantes da minha semana.

Começando pela nossa amada segunda-feira, simplesmente fui à faculdade e tive minha aula de Estatística normalmente. Hein? Tá querendo saber por que eu tenho aula de Estatística no curso de Psicologia? Porque um psicólogo tem que saber preparar planilhas e fazer previsões quando trabalha em clínica! O trabalho de um psicólogo não consiste em apenas atender os pacientes, mas também cuidar de todos os dados referentes a eles.

Na terça, aula de Fundamentos Sócio-Antropológicos na Saúde (abreviado às vezes por nós alunos como “Fundamentos”, “Sociologia” ou “Antropologia”, apesar de não ser exatamente nenhum deles). Sempre rola uma discussão muito construtiva sobre a atualidade! Depois, Introdução à Psicologia I, a aula favorita de todos e com a professora favorita de todos! Eu e meu grupo apresentamos nosso trabalho que já mencionei aqui antes onde tínhamos que entrevistar um psicólogo e falar sobre a área e a formação dele. A psicóloga entrevistada por nós, como já foi dito, trabalhava na área escolar e era psicóloga junguiana. A minha parte era explicar à turma um pouco sobre a psicologia analítica de Jung. Foi ótimo o trabalho e rendeu um bom papo com a professora e a turma. Acho que a professora gostou, espero! À tarde, eu tive que fazer um trabalho que consistia em responder a perguntas que há em um livro que usamos em sala e entregar no dia seguinte (quarta) na hora da prova (sim, tive prova, mais detalhes no próximo parágrafo). Ainda à tarde, foi minha segunda aula de direção. Estamos progredindo!

Na quarta, prova de Teorias e Sistemas Psicológicos I, junto com a qual tinha-se que entregar o trabalho com as perguntas respondidas que mencionei, valendo dois pontos (a prova valia oito). A prova estava até meio fácil, sei que tirei pelo menos uns 4, o mínimo que eu precisava para não repetir essa disciplina (ainda, haha). A matéria incluía principalmente o início da psicologia moderna, cujo fundador foi Wilhelm Wundt, e o chamado behaviorismo de John Watson, que é uma das principais vertentes da psicologia hoje, juntamente com o humanismo de Abraham Maslow e a psicanálise de Sigmund Freud.

Quinta foi feriado e eu apenas tirei um tempo para escrever mais um pouco de Elementais (estou quase no fim do primeiro volume!) e ver coisas aleatórias na internet que nem eu me lembro direito, hahaha.

Hoje, sexta, teve prova de Filosofia. A matéria? Platão e Aristóteles. Recentemente tenho me sentido muito platônico, não no sentido de estático ou não correspondido, mas sim de estar de acordo com as idéias dele. Após ler a Alegoria da Caverna eu fiquei espantado em ver que alguém lá naquela época da Grécia antiga já tinha noção de coisas tão distantes do homem comum hoje. É, pensador é isso. Qualquer um pode ser um pensador e “abrir os olhos” para certas coisas do nosso mundo, como diz a Alegoria, mas o problema é que o homem moderno é cego e preconceituoso demais. E aí complica…

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